Mostrando postagens com marcador Friboi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Friboi. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de março de 2017

Toni Ramos se declara surpreso com a operação Carne Fraca

"Estou surpreso", diz Toni Ramos, com a notícia da operação Carne Fraca, na Friboi.
Após a Polícia Federal (PF) deflagrar, na manhã desta sexta-feira, a operação Carne Fraca, em que fiscais corruptos permitiam a emissão de certificados de sanidade animal para produtos vencidos e de má qualidade, o ator Tony Ramos afirmou estar surpreso com a notícia. A PF investiga as principais empresas do setor, como a BRF Brasil, que detém marcas como Sadia e Perdigão, e a JBS, responsável por Seara e Friboi, marca para a qual Tony atua como garoto propaganda em peças publicitárias. As informações são do site Ego.
Em entrevista ao portal, ele disse ser "apenas contratado pela empresa de publicidade" e não ter nenhum contato com a JBS.
— Não sou técnico no assunto em que a Polícia Federal está fazendo a ação, mas existe um controle em todas as embalagens, existe um código de barras em que as pessoas podem acompanhar a qualidade e a validade. Eu já visitei uma das fábricas, continuo comprando os produtos Friboi, tenho carnes deles agora no meu freezer e uso nos meus churrascos do fim de semana — disse ele ao Ego.
Ramos contou ainda que acredita na boa qualidade dos produtos e que irá entrar em contato com a empresa que o contratou para obter informações.


sexta-feira, 17 de março de 2017

Maioria da população brasileira poderá ter consumido carne podre!


Dentre as irregularidades investigadas pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF), estão a liberação de lotes de carne estragadas, contaminadas com bactérias e com utilização de produtos cancerígenos. A operação é a maior da história PF e foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, apurando irregularidades na fiscalização de frigoríficos.
Em nota, a Polícia Federal informou que aproximadamente 1.100 policiais federais estão cumprindo 309 mandados judiciais, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao esquema. Essa é a maior operação policial da história da PF.
Segundo decisão da justiça, uma funcionária da empresa Peccin, envolvida nos casos investigados, relata a “a utilização de carnes estragadas na composição de salsichas e linguiças, a ‘maquiagem’ de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico, carnes sem rotulagem e sem refrigeração”. Há também relato de pressão para liberação de um lote contaminado com Salmonella, da empresa Rio Verde.